Ontem participei de um trabalho espiritual, oportunidade grande e auspiciosa de prestar atenção nos ensinos da Madrinha Conceição, que visitou a Igreja.
Ela encantou e tocou o coração de todos, pela sensibilidade, conhecimento e amor com que repassou ensinamentos sobre o poder de cura do perdão, sobre o amor universal de Deus sobre todas as criaturas sobre toda a natureza sobre todos os homens, disse que quando nos sentirmos tocados pelo amor divino, poderemos compreender e ter o mesmo amor pleno também.
Quando falou do perdão, ela enfatizou o grande poder de cura e de ampliação de nossas qualidades divinas que é trazido pelo perdão, perdoar de verdade de modo que não sobre a menor mágoa, o menor ressentimento, por mais insignificante que seja, este perdão assim, pleno, abre nosso coração para receber luz e graças.
Em outro momento a Madrinha falou sobre as almas, sobre nossa natureza espiritual, e sobre a oportunidade de nos aprimorar aqui na Terra, na matéria, na carne, é aqui que podemos nos elevar, nos santificar, elevar nosso espírito para após desencarnar estar perto de Deus, da harmonia e paz celestiais. Ela falou que após desencarnar não se muda não, quem é orgulhoso continua orgulhoso, quem é rancoroso continua rancoroso, assim vai... lembro aqui que o Padrinho Wilton me disse a mesma coisa, que a vibração que temos aqui na matéria, levamos para o astral, se vivemos em harmonia e amor, levamos harmonia e amor.
Finalizando, Madrinha Conceição pediu ao padrinho Wilton que abrisse ao acaso um livro e leu para nós sobre uma passagem que explicava sobre a tendência masculina à razão e tendência feminina à sensibilidade, como tendências naturais e corretas, para que homem e mulher compartilhem estas virtudes, crescendo ambos em razão e sensibilidade, para melhor compreensão e enfrentamento dos desafios da vida.
Madrinha ainda pediu que rezemos pelas almas sofredoras e pelas almas de nossos parentes e conhecidos falecidos, e deu outros ensinos além destes ajudando a dissipar as névoas, clareando nosso entendimento e curando nossos corpos. Obrigado Madrinha Conceição pela visita.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
Pláteia de si mesmo
Tem um cara chamado Erving Goffman, sociólogo escreveu um livro chamado " A representação do eu na vida cotidiana", aprendi isso em umas aulas de antropologia, lá no campus do vale da UFGRS, o professor explicava-nos que o Goffman propõe que as pessoas representam papéis na vida cotidiana em busca de reconhecimento e aprovação, que agimos como atores para um platéia, em busca de reconhecimento, seja no trabalho, na família, na escola... após animada discussão alguém perguntou ao professor, como seria quando a pessoa está sozinha em casa? platéia de quem, se não há neste caso, outros a nos observar?
Neste caso, somos platéia de nós mesmos... ! Platéia de si mesmo, atuando para vc mesmo...
Fiquei a pensar, mais tarde lembrei cenas de minha infância onde me vi como platéia de eu mesmo.
Tardes chuvosas em que havia chegado em casa com uma roupa nova, uma calça maneira que na adolescência nos faz muito bem usar, perante nossas platéias e perante nós mesmos. Lembro bem do imaginário, de estar desfilando e caminhando dentro da casa, e sentindo-me bonito por estar de calça nova.
Pois então, moro em apartamento e a vizinha de cima, gosta de caminhar de sapatos de salto... tac, tac, tac, tac.. um saco.. fui lá falar com ela e a mulher me atendeu toda arrumadinha, com seu sapato de salto.. mora só ela e o filho de uns 10 anos... pensei.. platéia de si mesma... !!
Neste caso, somos platéia de nós mesmos... ! Platéia de si mesmo, atuando para vc mesmo...
Fiquei a pensar, mais tarde lembrei cenas de minha infância onde me vi como platéia de eu mesmo.
Tardes chuvosas em que havia chegado em casa com uma roupa nova, uma calça maneira que na adolescência nos faz muito bem usar, perante nossas platéias e perante nós mesmos. Lembro bem do imaginário, de estar desfilando e caminhando dentro da casa, e sentindo-me bonito por estar de calça nova.
Pois então, moro em apartamento e a vizinha de cima, gosta de caminhar de sapatos de salto... tac, tac, tac, tac.. um saco.. fui lá falar com ela e a mulher me atendeu toda arrumadinha, com seu sapato de salto.. mora só ela e o filho de uns 10 anos... pensei.. platéia de si mesma... !!
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Henry Thoreau
"Homem nenhum caiu no meu conceito por ter um remendo na roupa, mesmo assim tenho certeza de que há maior preocupação em estar na moda e com roupas sem remendos, do que em ter a consciência tranquila" dito e escrito por Henry Thoreau, nos idos de 1850, estados unidos, e nada mudou.
Demorou... ? não sei.. o processo de cada um é o processo de cada um.. e o tempo que perdemos observando o processo dos outros, é tempo precioso que poderia ser usado nos entendendo.. nos olhando, para nossas liberdades, e nossas amarras, nosso mais profundo medo e nossa maior luz.. aliás olhar para o mais profundo medo é meio bobagem dizer... olha-se para o medo que aparece na hora... que se apresenta no momento... mas este assunto é amplo.
O filme que citei acima, deu uma chacoalhada nas minhas recorrentes reflexões sobre o sentido da vida.. sobre a experiência de existir.
Está escrito e falado por quase todas as pessoas de bom senso quando as pessoas estão bem..?? Estão bem quando estão bem empregadas, compraram um apartamento, um bom carro... segurança ! ahhh.. segurança.. ter um bom padrão de vida.. boas roupas, boas viagens, restaurantes bem falados.. não preciso dar mais exemplos..
Pois é.. se a experiência de existir, puder ser muito, mas muito mais que isso.. então vai ficar todo mundo muito frustado, pois é o que fazemos, é o que buscamos.. sim todo mundo buscando este "estar bem" ensinado pelos pais e sociedade, cada um a sua maneira..
Sensações.. buscamos sensações... loucas sensações, extasiantes sensações.. dinheiro é droga, pois gera esta sensação de ser/estar melhor.. químicos são droga... e a gurizada segue veloz querendo balas para animar suas festas...
Iluminação... é descrita como a condição em que atingimos compreensão maior sobre ela, a experiência de existir..!!
Quem atingiu a iluminação ?? Buda... Cristo, bodisatvas, santos, yogues... lavradores, índios, pescadores...?
Pois com tanta coisa interessante p pensar.. porque diabos tá quase todo mundo absorvido pela mediocridade...??? Deste mundinho pós-moderno chato p/ caralho !!!
Bom, o que posso dizer.. assistam o filme qdo puderem, leiam livros, recusem-se a esta mediocrização, este festival de bobagens, esta busca non-sense pelo lixo cultural, procurem e leiam os autores mais libertários, os extremamente libertários pois eles nunca estiveram tão necessários !!!!
SALVE THOREAU !!! Thank's GOD !
Tem um lindo filme nos cinenas, chama-se "In the wild" traduzido para "na natureza selvagem", contando a história real de um gurizão norte-americano que termina a faculdade, abandona a cidade e a sociedade doente, para encontrar-se com a natureza.
O livro escrito por Thoreau: Walden ou A vida nos bosques, me tinha sido recomendado tempos atrás, depois o vi na casa de um amigo, e só agora, mais de um ano depois está aberto sendo minha leitura.Demorou... ? não sei.. o processo de cada um é o processo de cada um.. e o tempo que perdemos observando o processo dos outros, é tempo precioso que poderia ser usado nos entendendo.. nos olhando, para nossas liberdades, e nossas amarras, nosso mais profundo medo e nossa maior luz.. aliás olhar para o mais profundo medo é meio bobagem dizer... olha-se para o medo que aparece na hora... que se apresenta no momento... mas este assunto é amplo.
O filme que citei acima, deu uma chacoalhada nas minhas recorrentes reflexões sobre o sentido da vida.. sobre a experiência de existir.
Está escrito e falado por quase todas as pessoas de bom senso quando as pessoas estão bem..?? Estão bem quando estão bem empregadas, compraram um apartamento, um bom carro... segurança ! ahhh.. segurança.. ter um bom padrão de vida.. boas roupas, boas viagens, restaurantes bem falados.. não preciso dar mais exemplos..
Pois é.. se a experiência de existir, puder ser muito, mas muito mais que isso.. então vai ficar todo mundo muito frustado, pois é o que fazemos, é o que buscamos.. sim todo mundo buscando este "estar bem" ensinado pelos pais e sociedade, cada um a sua maneira..
Sensações.. buscamos sensações... loucas sensações, extasiantes sensações.. dinheiro é droga, pois gera esta sensação de ser/estar melhor.. químicos são droga... e a gurizada segue veloz querendo balas para animar suas festas...
Iluminação... é descrita como a condição em que atingimos compreensão maior sobre ela, a experiência de existir..!!
Quem atingiu a iluminação ?? Buda... Cristo, bodisatvas, santos, yogues... lavradores, índios, pescadores...?
Pois com tanta coisa interessante p pensar.. porque diabos tá quase todo mundo absorvido pela mediocridade...??? Deste mundinho pós-moderno chato p/ caralho !!!
Bom, o que posso dizer.. assistam o filme qdo puderem, leiam livros, recusem-se a esta mediocrização, este festival de bobagens, esta busca non-sense pelo lixo cultural, procurem e leiam os autores mais libertários, os extremamente libertários pois eles nunca estiveram tão necessários !!!!
SALVE THOREAU !!! Thank's GOD !
domingo, 16 de março de 2008
interessante
Pois é, lembrei que iniciei um blog, em julho de 07, na verdade fui lembrado, ao postar um coment num blog conhecido, minha senha da conta google fez-me lembrar que tenho um blog.
Não sei se por acaso, mas veio a fechar com idéia que tive hje de manhã, havia passado a noite em uma festa de aniversário, no campo, cantando e dançando a noite toda, uma festa diferente, ninguém pegou ninguém, os que já chegaram casados, naturalmente voltaram p casa juntos e felizes penso eu...
Mas ao final da festa eu olhava por uma das muitas janelas do salão, o dia amanhecia, muito verde, no quadro da janela vi um gramado, um pequeno lago, muitas árvores ao fundo, um taquaral, duas vacas pastando muito calmas, o sol recém levantado do horizonte iluminava alguns grupos de insetos, olhei novamente as vacas, o lago, os insetos, o sol, os quero-queros, escutei seu barulhos, vi tudo sendo uma coisa só, tudo em harmonia, oa raios de sol, iluminavam e aqueciam meu rosto, pensei na grandiosidade daquela janela, daquela paisagem viva, uma janela para a natureza.
Lembrei das primeira páginas do livro "o tao da física", onde o autor relata que estava sentado a beira da praia, sentindo o sol, escutando o mar, percebendo um pulsar vital, que unia tudo aquilo, um colega me disse que o Capra provavelmente fumou um para ver além do alcance normal...
É isso, precisamos ver além do alcance deste mundinho mais ou menos.
Não sei se por acaso, mas veio a fechar com idéia que tive hje de manhã, havia passado a noite em uma festa de aniversário, no campo, cantando e dançando a noite toda, uma festa diferente, ninguém pegou ninguém, os que já chegaram casados, naturalmente voltaram p casa juntos e felizes penso eu...
Mas ao final da festa eu olhava por uma das muitas janelas do salão, o dia amanhecia, muito verde, no quadro da janela vi um gramado, um pequeno lago, muitas árvores ao fundo, um taquaral, duas vacas pastando muito calmas, o sol recém levantado do horizonte iluminava alguns grupos de insetos, olhei novamente as vacas, o lago, os insetos, o sol, os quero-queros, escutei seu barulhos, vi tudo sendo uma coisa só, tudo em harmonia, oa raios de sol, iluminavam e aqueciam meu rosto, pensei na grandiosidade daquela janela, daquela paisagem viva, uma janela para a natureza.
Lembrei das primeira páginas do livro "o tao da física", onde o autor relata que estava sentado a beira da praia, sentindo o sol, escutando o mar, percebendo um pulsar vital, que unia tudo aquilo, um colega me disse que o Capra provavelmente fumou um para ver além do alcance normal...
É isso, precisamos ver além do alcance deste mundinho mais ou menos.
segunda-feira, 30 de julho de 2007
O que vejo pela janela
18 hs.. as pessoas saíndo do trabalho.. aquele corre-corre, quase todos apressados, lembro daqueles lugarzinhos bem no interior onde o entardecer é marcado pelos ritmos da natureza e não pelos ritmos do homem, da cidade, ....
Assinar:
Postagens (Atom)
